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sábado, 30 de julho de 2016

Casa Onde Nasceu o poeta Da Costa e Silva


 Casa onde o poeta piauiense, Da Costa e Silva, nasceu -  Amarante, Piauí  - A foto mostra o descaso com a  preservação histórica do local, que desde 68 passou transformações inadequadas.hoje em dia, a casa, onde nasceu o poeta, não existe mais.



  1. Antônio Francisco da Costa e Silva

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Antônio Francisco da Costa e Silva (Amarante, 28 de novembro de 1885 — Rio de Janeiro, 29 de junho de 1950) foi um poeta brasileiro.
    Pedestal onde existiu um busto em homenagem ao autor do hino piauiense, numa praça de Teresina.
    Começou a compor versos por volta de 1896, tendo seus primeiros poemas publicados em 1901. Todavia, seu primeiro livro de poesia, Sangue, somente foi lançado em 1908.
    É o autor da letra do hino do Piauí.
    Pertenceu à Academia Piauiense de Letras, Cadeira 21, cujo patrono é o padre Leopoldo Damasceno Ferreira.
    Guilherme Luiz Leite Ribeiro disse que Costa e Silva era pavorosamente feio, o que influiu na sua carreira: "Nos tempos do barão do Rio Branco não havia concurso para ingressar na carreira diplomática, e a seleção era feita pessoalmente por ele, que conversava com os candidatos, em geral pessoas de família conhecida, de preferência bonitos e que falassem línguas estrangeiras. Antônio Francisco da Costa e Silva, ilustre poeta e pai do embaixador e acadêmico Alberto Vasconcellos da Costa e Silva, conversou com o barão sobre a possibilidade de ingresso na carreira, porém o chanceler foi taxativo: - Olha, o senhor é um homem inteligente, admiro-o como poeta, contudo não vou nomeá-lo porque o senhor é muito feio e não quero gente feia no Itamaraty..."[1]
    Em seu segundo volume de Memórias, Balão Cativo, Pedro Nava conta a mesma história, embora não exatamente com as mesmas palavras:
    Era o poeta Antônio Francisco da Costa e Silva, cuja cara amarela parecia um bolo de miolo de pão com os furos dos olhos, das ventas e da boca Estava recém-casado com a bela Alice Salomon [...] Fora várias vezes indicado para o Itamarati e sempre com boas proteções. Rio Branco, contra. Até que o nosso Dá, exasperado, enchera-se de razões e de coragem e fora interpelar o implácavel barão. Ousou perguntar-lhe, afinal, o que tinha contra ele. Eu? nada, meu caro amigo. Até gosto dos seus versos e aprecio seu talento. Contra sua pretensão o que está é seu físico. Eu só deixo entrar na carreira homens de talento que sejam também belo homens. A diplomacia exige isso. Desejo-lhe boa sorte em tudo. Agora, no Itamarati, não! O senhor aqui não entra.[2]

    Seu filho, Alberto da Costa e Silva, é um conhecido diplomata, autor, historiador e membro da Academia Brasileira de Letras. Recentemente recebeu o Prêmio Camões 2014[3] .
    Um grande poeta que conquistou diferentes pessoas com seu jeito harmonioso de ser.. Poemas De sua cidade Amarante- Piaui, Caracterizava uma das suas obras.

    Obras

    • Sangue (1908),
    • Elegia dos Olhos,
    • Poema da Natureza,
    • Clepsidra,
    • Zodíaco (1917),
    • Verhaeren (1917),
    • Pandora (1919),
    • Verônica (1927),
    • Alhambra (1925-1933), obra póstuma inacabada,
    • Antologia (coleção de poemas publicada em vida - 1934),
    • Poesias Completas (1950), coletânea póstuma.

    Referências


  2. RIBEIRO, Guilherme Luiz Leite. Os bastidores da diplomacia Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007, p. 50.

  3. Pedro Nava, Balão Cativo, Capítulo II: "Serra do Curral".

  4. Agência Brasil (30/05/2014). «Poeta e diplomata Alberto Costa e Silva vence Prêmio Camões 2014». Portal EBC. Consultado em 30/05/2014 Fonte: Wikipédia 

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