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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Buenos Aires. Av. Cabildo (Paralaxe)















Foto: Paulo Tabatinga


Só não é a busca da bolha
quem já é a própria bolha

Paulo Tabatinga 

Desaparecido

Se eu desaparecer
não foi porque eu desapareci
foi porque me desapareceram.

Paulo Tabatinga



Sol

Quando o sol aparece, em Buenos Aires, muitas pessoas o reverenciam; cada um de uma forma que lhe apraz. eu adoro sol. quando estou tomando umas e outras sob o sol, vem alguém sempre fazendo "gentilezas" para que eu saia e vá pra uma sombra qualquer. eu agradeço e peço pra ficar. o sol é meu carregador de bateria.


domingo, 17 de novembro de 2019

Feito Coca-Cola

ando pelo mundo feito coca-cola, só que tenho amor -
agradeço ao sol seja qualquer hora, pela luz do amor -
pego uma viola e me entrego às cordas pra matar a dor -
salve a vida da poesia agora, nunca é tarde para ser feliz. vambora?!! 

Paulo Tabatinga

San Telmo


quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Buenos Aires - Paulo Tabatinga

como é mui belo belgrano:
o charme da cidade nos cafés
pessoas elegantes bem vestidas
a púrpura do vinho, Santa Fé

eu vou pela Cabildo,sem metrô
na Juramento cruzo mil esquinas
quem sabe, uma cerveza me alucina

eu vou pelo caminito, sem destino
em cada bar despejo minha dor
Parlermo é avesso, Teresina,
do sonho que você estacionou

eu sei (também) do frio da cidade
da madrugada fria que brisou:
dos  excluídos,dos abandonados
o lado que o sistema abandonou

Foto: Paulo Tabatinga 

Foto: Paulo Tabatinga 

terça-feira, 29 de outubro de 2019

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Violão

A poesia da harmonia das cordas do violão 
é a poesia do fundo do poço do coração. 
adeus, solidão! 


Paulo Tabatinga


Foto: Paulo Tabatinga 

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Lobo Bobo



Nem Mesmo


Caetano Veloso

Vivo a velhice com curiosidade. Reconheço os incômodos e as limitações mas não creio que ser jovem significa necessariamente ser mais feliz. Há uma alegria na juventude - a alegria física da intensidade do sexo e da impressão de grande grande distância da morte - que é inegável. Mas alguém pode ser muito infeliz aos 25 e muito mais feliz aos 80. Quando escrevi "O homem velho" eu ainda não sentia as diferenças do envelhecimento. Apenas percebia que estava me aproximando. E meu pai tinha morrido (aos 82). Agora, diante de convites para irmos à China, ao Japão e à Oceania, só fecho com Tom na tendência a não aceitar por causa da velhice. Voos longos são terríveis para um organismo senil. Muitos dias são necessários para a gente se recuperar. Mesmo assim, ainda estou em dúvida quanto à ida à Ásia. #CaetanoVeloso em entrevista para @eltiempo

Caetano Veloso 

Foto da página de Caetano, no Facebook

Teresina (início dos anos 90)




A Paz


Chuva poética (para Marleide Lins)

Tudo goteja
quando a poesia 
chove! 

Paulo Tabatinga


Foto: Paulo Tabatinga